A Tartaruga Que Esfriou o Vulcão

Idades 3–5

Quando a torre de blocos mais alta de Tomás desmorona, um vulcão vermelho e quente começa a roncar na barriga dele, até que uma tartaruga sábia do jardim ensina Tomás a respirar fundo, devagar e fresquinho, para acalmar a lava lá dentro.

A capa de “A Tartaruga Que Esfriou o Vulcão”

“Sopro fresquinho, sopro devagar”, Tomás gostava de cantarolar, enquanto empilhava os blocos, um por um, sem pressa. Vermelho, azul e dourado, a torre quase tocava o sol. “A mais alta de todas!”, vibrou ele. “Olha só o que eu fiz!”

PLAFT! Uma bola grande, quicando, passou rolando e derrubou todos os blocos — tchibum, tchabam, um monte de blocos pelo chão! A torre de Tomás, que antes era tão alta, agora estava deitada. Ele apertou os punhos com força e não cantarolou mais.

Lá no fundo da barriga, algo começou a se mexer, borbulhando, fervendo, começando a esquentar! Um pequeno vulcão vermelho acordou com um rugido, roncando e resmungando, pronto para explodir.

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