Alice, a Escultora de Nuvens da Colina do Pôr do Sol

Idades 3–5

Num piquenique dourado no fim da tarde, Alice não tem certeza de que vai conseguir encontrar desenhos de verdade nas nuvens, até descobrir que, lá na Colina do Pôr do Sol, cada forma que ela imagina é de verdade.

A capa de “Alice, a Escultora de Nuvens da Colina do Pôr do Sol”

estende a toalha xadrez debaixo do carvalho grande, na Colina do Pôr do Sol. Alice se senta e olha para o céu cheio de nuvens. — E se eu não encontrar nenhum desenho? — pergunta ela, abraçando bem forte o seu apontador de nuvens.

— Não existe jeito errado de olhar as nuvens — diz , sentando-se ao lado dela. Alice inclina a cabeça. Uma nuvem redonda e fofa passa devagarinho, toda brilhante, lá no alto. — Me conte a primeira coisa que você vê.

Alice aperta bem os olhos. De repente, o rostinho dela se ilumina. — Uma tartaruga! — ela aponta o apontador de nuvens para o alto. — Está vendo o casco redondo e fofinho? A Pipoca late e balança o rabo, como se também tivesse visto.

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