Tomás e o Castelo de Bolhas Flutuante
Idades 3–5
Com uma varinha de madeira e um pote de poção cintilante, Tomás sopra bolhas gigantes e inquebráveis que crescem e viram um castelo flutuante, onde ele pode entrar de verdade.

No jardim, Tomás encontrou um pote que brilhava e uma varinha com o cabo enroladinho, em espiral. — Vamos fazer bolhas GRANDES! — disse ele, sorrindo. E Pip, o duendinho das bolhas, pulou para perto dele, dando risadinhas de alegria, pronto para as maravilhas.
Molha a varinha, gira, gira, sopra um ventinho para o céu. Uma bolha sobe devagar, grande como uma bola de praia, balançando e brilhando. — Oooh, olha que brilho! — diz Tomás. Você também consegue dizer?
Pip vai contando: — Uma... duas... três bolhas! — e bate as asinhas pequeninas. Tomás molha a varinha de novo e sopra três, quatro, cinco bolhas redondas, que se esbarram e balançam, mas nunca, nunca estouram.



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