A Canção do Miguel, o Varredor de Estrelas

Idades 3–5

Toda noite, Miguel atravessa o céu num barquinho de madeira, varrendo a poeira de estrela para as constelações brilharem, até que um fardo de estrelinhas bebês que caíram precisa ser ninado e levado de volta para dormir em segurança.

A capa de “A Canção do Miguel, o Varredor de Estrelas”

Quando as crianças dormem e as janelas se apagam, o céu fica macio e fundo. Miguel embarca no seu barquinho de madeira, de avental pronto, por via das dúvidas, para varrer as estrelas, varrer as estrelas, e assim os sonhos das crianças ficarem bem guardados.

Sobe, sobe o barquinho navegando, passando pela porta prateada da lua. Fiapo, a nuvem, flutua pertinho dele e dá risadinhas: “Varrer estrelas, varrer estrelas, é pra isso que o céu serve!”

Lá está o Urso, todo cinzento de poeira, com o brilho fraquinho, fraquinho. Miguel ergue a vassoura de luar e varre a poeira de estrela, varre até ficar limpinho, e a luz dourada vai entrando.

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