Miguel e o Caso da Bandeira Sumida

Idades 6–8

Quando a bandeira do campeonato some horas antes da festa na escola, Miguel segue um rastro de pontinhos de tinta azul para resolver o mistério antes que a escola inteira perceba que ela sumiu.

A capa de “Miguel e o Caso da Bandeira Sumida”

Dia de torcida! A quadra ficou cheia de fitas douradas e azul-marinho, e todo mundo esperava ver a bandeira do campeonato ser aberta. Mas, quando o treinador Diogo esticou a mão para os ganchos, seu braço parou no ar. — Sumiu — sussurrou uma voz. Miguel sentiu um frio na barriga. A bandeira, com o falcão que rugia, tinha desaparecido!

— Alguém levou! — soltou o Miguel, ajeitando os óculos redondos. Miguel levantou a mão. — A gente ainda não sabe isso — disse com calma. — Olha de perto. Olha duas vezes. Primeiro, vamos procurar pistas. Miguel se ajoelhou perto dos ganchos vazios e pegou a sua lupa de latão para examinar o chão, centímetro por centímetro.

Ali! Pequenos pontinhos de tinta azul-celeste brilhavam no chão, bem onde a bandeira ficava pendurada. Miguel chegou mais perto. — Essa não é tinta da escola — disse. — É mais grossa, como a dos cavaletes da sala de teatro. Os olhos do Miguel se arregalaram atrás dos óculos.

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