Lucas e o Código de Luzes do Lago

Idades 6–8

Quando uma luz misteriosa começa a piscar do outro lado do lago no acampamento de Lucas, ele precisa decifrar o padrão de pontos e traços, uma piscada cuidadosa de cada vez, para descobrir quem está chamando e por quê.

A capa de “Lucas e o Código de Luzes do Lago”

A fogueira estalava baixinho enquanto Lucas, com sua jaqueta verde-floresta de zíper e sua camisa listrada em bege e branco, estava sentado, envolto pelo cheiro de fumaça de lenha, com o caderno aberto sobre os joelhos. Do outro lado do lago escuro, algo piscou. Uma vez. Duas vezes. — Guarda-florestal Coral — sussurrou Lucas —, aquela luz na margem lá do outro lado não é vaga-lume. Ela está piscan

— Pegue o caderno e venha mais perto da água — disse a guarda-florestal Coral, enrolando a corda no ombro. Ela levou Lucas, ainda com sua jaqueta verde-floresta de zíper e sua camisa listrada em bege e branco, pelo caminho de areia até o ancoradouro. — Algumas luzes deste lago gostam de conversar. Só é preciso aprender a escutar com os olhos.

Na ponta do ancoradouro, Lucas, com sua jaqueta verde-floresta, se ajoelhou e observou a luz de novo. Curta. Curta. Longa. — Isso não é por acaso — disse ele, o lápis riscando depressa. — Piscadas curtas e piscadas longas, como pontos e traços. Curta, curta, longa... o que será que quer dizer? Guarda-florestal Coral, acho que é código Morse!

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