Maria e o Segredo da Oficina do Relojoeiro
Idades 6–8
Maria adora quebra-cabeças mais do que tudo, então, quando a Noite da Fuga das Crianças a deixa presa na oficina de um relojoeiro antigo, ela e uma coruja de corda chamada Tique precisam medir, equilibrar e cronometrar quatro enigmas de relógio antes que a grande porta de latão finalmente se abra.

Maria adorava quebra-cabeças mais do que qualquer coisa no mundo — quanto mais difícil, melhor. — Bem-vindos à Noite da Fuga das Crianças! — chamou o Sr. Abelardo, com a manga de tweed balançando na porta. — Resolvam os enigmas da minha oficina antes que o relógio grande bata seis horas, e a porta de latão se abrirá por inteiro! Numa prateleira, uma corujinha de latão piscou os olhos de engrenagem
A oficina estava lotada de relógios de todos os tamanhos, tiquetaqueando numa bagunça que fazia as orelhas de Maria coçarem. No centro havia uma enorme porta de latão, trancada com força. Quatro mostradores pequenos brilhavam fraquinho pelas paredes. — Todos precisam tocar juntos — disse o Tique — ou a porta fica fechada, durinha feito uma pedra!
— Primeiro, a sala do equilíbrio — disse o Tique, apontando a asa para uma mesinha lateral. Uma balança de latão esperava ali, com um peso brilhante de 1 quilo de um lado e um copo de vidro vazio do outro. — Despeje água até equilibrar — disse o Tique. — Lembre-se: um litro de água pesa exatamente um quilo!



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