Sofia e a Guardiã do Banco do Recreio

Idades 6–8

Quando os cochichos começam a correr sobre um amigo que nem está ali para se defender, Sofia precisa decidir se fica quieta no banco ou se levanta e diz a frase que pode mudar tudo.

A capa de “Sofia e a Guardiã do Banco do Recreio”

O recreio era a hora favorita de Sofia. O banco de madeira embaixo do carvalho era o quartel-general dela. De lá, ela podia ver o pátio inteiro cheio de brincadeiras e risadas. Hoje, porém, algo parecia diferente. Um grupinho de crianças cochichava perto do trepa-trepa em forma de cúpula, olhando por cima do ombro.

se jogou no banco ao lado de Sofia, sem fôlego de tanto brincar de pega-pega. — Você soube do Milo? — sussurrou. — Ele não veio hoje, está doente. Tem gente dizendo que ele fingiu porque está com medo do grande jogo de queimada. Sofia sentiu um friozinho esquisito na barriga.

Ela sabia que isso não era verdade. Ontem o Milo tinha contado a ela sobre um dente mole e uma febre chegando. Mas os cochichos perto da cúpula foram ficando mais altos. Mãos em concha na boca. Olhares correndo até o lugar vazio do Milo na fila da queimada.

Página 1 de "Sofia e a Guardiã do Banco do Recreio"Página 2 de "Sofia e a Guardiã do Banco do Recreio"Página 3 de "Sofia e a Guardiã do Banco do Recreio"

Crie com o nome e a foto do seu filho · Ver a Biblioteca de Histórias