Tomás e o Robô do Labirinto

Idades 6–8

Quando o labirinto da competição muda de repente, Tomás precisa vencer o relógio e reescrever na hora a lógica do seu robô, sensor por sensor, para guiá-lo em segurança até a saída.

A capa de “Tomás e o Robô do Labirinto”

O ginásio vibrava de animação, com apitos e rodinhas guinchando por todo lado. As equipes se enfileiravam em volta da plataforma do labirinto, e os robôs zumbiam e piscavam. Tomás se ajoelhou ao lado do Bolt, seu próprio robô corredor de labirinto, que acordava piscando o olho azul do sensor. — Pronto para achar a saída, amigão? — sussurrou. O Bolt apitou duas vezes, que era o sinal de "sim". Dois

— Lembre-se — disse a Mira, agachada ao lado de Tomás com o robô da equipe dela —, seu código precisa pensar rápido se o labirinto mudar. Tomás abriu um sorriso e deu um tapinha no notebook. — Por isso eu fiz um laço de se/então. Se tem parede na frente, então vira. Simples assim! A Mira bateu o dedo no queixo. — Labirintos são só padrões esperando para serem resolvidos — disse ela.

Uma mão se levantou na mesa dos juízes. — Robôs, para as posições de largada! — gritou uma voz. Tomás colocou o Bolt na entrada do labirinto e tocou na pequena chave de fenda presa no moletom, para dar sorte. — Sensores ultrassônicos prontos? — perguntou. Os bigodinhos-antena do Bolt balançaram, e o olho azul pulsou firme. Preparar. Apontar. Quase na hora.

Página 1 de "Tomás e o Robô do Labirinto"Página 2 de "Tomás e o Robô do Labirinto"Página 3 de "Tomás e o Robô do Labirinto"

Crie com o nome e a foto do seu filho · Ver a Biblioteca de Histórias