Arthur e a Ponte dos Cem Triângulos
Idades 6–8
Quando Arthur se inscreve no campeonato de pontes de balsa da cidade, ele precisa dominar os triângulos, a tração e a compressão para construir uma ponte forte o bastante para superar todos os rivais no Dia do Teste de Resistência.

Na cidade de Trestlewick, todo outono, construtores grandes e pequenos se reuniam para o Campeonato de Resistência de Pontes. Arthur, com seu colete amarelo-mostarda e o macacão jeans de barras dobradas, ficou olhando o cartaz de inscrição preso na porta do galpão da oficina. — Uma ponte que aguenta cem vezes o próprio peso — sussurrou. — Esse é o meu sonho. Ao lado dele, a Mika sorriu. — Então va
Dentro do galpão da oficina, o Professor Pio-Pio desceu voando até uma viga, com os óculos brilhando. — Uma ponte forte é feita de triângulos espertos de mãos dadas — disse ele. — Retângulos balançam. Triângulos nunca balançam. Arthur, com o colete amarelo-mostarda cheio de serragem, inclinou a cabeça. — Mostre pra mim — disse, pegando um punhado de palitos de balsa.
Arthur encaixou quatro palitos formando um quadrado e deu um empurrãozinho. O quadrado se inclinou para o lado, feito um gigante sonolento. Aí ele montou um triângulo com três palitos e empurrou com a mesma força. O triângulo nem se mexeu. — Triângulos nunca balançam! — riu, de olhos arregalados com a descoberta. O Professor Pio-Pio concordou com a cabeça. — Exatamente.



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