A Impressora de Corais da Laura

Idades 6–8

Quando uma tempestade despedaça um querido recife de corais, Laura se une a uma bióloga marinha para desenhar e imprimir pequenos esqueletos de pedra que convidam os bebês pólipos a voltar para casa.

A capa de “A Impressora de Corais da Laura”

Laura se debruçou na beirada do barco. Ontem a lagoa brilhava como um jardim de arco-íris. Hoje, pedaços quebrados de coral estavam espalhados como pratos estilhaçados. Marisol estava ao lado dela, com uma das mãos no parapeito. — Sem algo em que se agarrar — disse ela baixinho —, os corais novos não conseguem crescer de novo. Laura segurou o parapeito com força. — Então vamos dar a eles algo em q

Lá embaixo, no pequeno laboratório do barco, Marisol abriu um cartaz com formas de corais. — Os bebês dos corais se chamam pólipos — disse ela. — E são bem exigentes. Laura passou o dedo numa pedrinha lisa e depois numa concha áspera. A áspera pareceu a certa nos dedos dela. — Aposto que eles preferem as coisas cheias de relevo — palpitou. Marisol sorriu. — Vamos testar!

Marisol trouxe uma máquina esquisita, rolando sobre rodinhas. — Ela imprime com tinta de carbonato de cálcio — explicou. — O mesmo mineral de que são feitos os esqueletos dos corais de verdade. Splash! Bolinha bateu no casco lá embaixo, curioso como sempre. Os olhos de Laura se arregalaram. — Então os pólipos vão achar que é esqueleto de verdade! — Exatamente — disse Marisol. — Agora vamos desenha

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