Sofia e a Abelha de Âmbar

Idades 6–8

Quando Sofia encontra uma estranha pedra dourada à beira do rio, ela descobre dentro dela um segredo de cinquenta milhões de anos, capaz de mudar o que as pessoas sabem sobre as flores antigas.

A capa de “Sofia e a Abelha de Âmbar”

Sofia se agachou à beira do rio, passando os dedos pelo cascalho fresquinho, com a lupa de latão balançando de leve no cordão em volta do pescoço. — Vamos, Pipo, hoje tem que aparecer alguma coisa boa — murmurou. O focinho do Pipo tremeu e mergulhou primeiro nas pedrinhas, com o rabo abanando como uma bandeirinha de esperança.

Pipo latiu duas vezes e arranhou algo dourado meio enterrado na lama. Sofia limpou a sujeira com o polegar, bem devagar. — Ah! — ela exclamou. — Parece um raio de sol congelado! A pedra estava morna, lisinha e estranhamente viva na palma da sua mão.

Sofia correu até a bancada onde a doutora Fernanda separava pedrinhas. — Olha o que o Pipo achou! A doutora Fernanda se aproximou, com os olhos brilhando atrás dos óculos. — Âmbar — disse ela — é sangue de árvore que virou ouro, e às vezes guarda um segredo. Os olhos de Sofia se arregalaram. Que tipo de segredo poderia estar escondido lá dentro?

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