Arthur e a Ponte das Estrelas de Papel
Idades 6–8
Depois que uma tempestade de verão destrói a horta comunitária, Arthur descobre que pequenos gestos de paciência ajudam a reconstruir um lugar onde todos podem se encontrar.

O vento uivou a noite inteira. Quando Arthur entrou no parque, levou um susto e perdeu o fôlego. A ponte de madeira estava coberta de gravetos, e o caminho do jardim parecia triste e cinzento. Ele sentiu um nó apertado na garganta.
O esquilo Pip desceu correndo de uma árvore, com o rabinho de papel balançando. Ele tagarelava enquanto empurrava uma pilha de galhos quebrados. Arthur percebeu que o parque estava machucado e precisava de alguém que cuidasse dele.
— Eu não consigo consertar as árvores grandes sozinho — pensou Arthur. Mas olhou para o monte de pedacinhos de papel na sua caixa. Se dobrasse cada um com carinho, talvez pudesse fazer algo brilhante para preencher os espaços vazios.



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